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| Freios - Descidas - Subidas - Marchas
O que pode dar errado em uma frenagem quando? Freamos demasiadamente forte a roda traseira levando-a a travar:
Freamos demasiadamente forte a roda dianteira levando-a a travar:
Então lembre-se que quando frear você deve estar atento para o que pode vir a ocorrer, desta forma é possível tomar a atitude correta para evitar o tombo. Abaixo uma lista de dicas para ajuda-lo neste setor.
Freios - Descidas - Subidas - Marchas SUBIDAS
O segredo para subir é: gostar de subir, mas se você não é um apaixonado por subidas aqui vai algumas dicas:
Além do fator físico, há ainda o fator piso, pois subir por uma estrada asfaltada, larga, não precisa-se nada mais do que força e obstinação, mas quando encontramos pedras, buracos e outras "cositas más" a coisa fica preta se vc tem pretensão de subir pedalando. Em piso com muita pedras soltas: O melhor método é subir sentado, com bastante giro em marcha bem leve e com velocidade superior a 6 km/h, desta forma conseguimos sempre alguma tração o que possibilita vencer este tipo de obstáculo, mas isto exige muito fôlego, então a sua performance técnica vai depender da sua condição física. Em piso com algumas pedras soltas: Nesta situação vc não precisa subir tão rápido quanto na situação acima descrita, basta ficar atento e desviar das pedras maiores. Em piso escorregadio: Este tipo de piso exige a mesma técnica descrita para piso com muitas pedras, principalmente se houver uma camada de lama. Se não houver lama e o pneu da sua bike estiver em boas condições talvez seja possível subir sem tanta velocidade que o método descrito exige. Dica: Caso haja mato na beirada ou no meio da via, utilize-se desta parte, pois aí há mais aderência. Subidas com grande inclinação Neste tipo de via o difícil é manter a roda dianteira no chão, se o piso for duro e de grande aderência ele talvez permita pedalar em pé, o que soluciona o problema e ainda melhora a performance, mas quando a aderência é baixa esta solução não funciona, pois a roda traseira patina, então é necessário subir sentado com o tórax inclinado sobre o guidom. Pedalando em pé Nem todos conseguem pedalar em pé, mas esta é uma opção interessante para vencer ladeiras íngremes, entretanto existem alguns detalhes que se devem levar em conta:
Freios - Descidas - Subidas - Marchas MARCHAS Características Infelizmente o sistema de marchas de uma Mountain Bike é um tanto complicado, porém com o surgimento de uma mudança indexada e mostradores junto as alavancas de mudança é possível cambiar com precisão e rapidez. Para podermos visualizar melhor vamos tomar como exemplo as marchas de um automóvel: Para esforço usamos as 1as marchas e para velocidade as ultimas, assim também ocorre com a bike, entretanto em um automóvel você usa uma única alavanca para selecionar as marchas, enquanto na bike há duas alavancas. Acontece que, no automóvel, existe um mecanismo, que se chama trambulhador, ele é que faz a mudança dentro da caixa de cambio através de diversas alavancas quando você seleciona qualquer marcha, na bike não existe este mecanismo, então você tem que escolher qual engrenagem usar na frente e atras para ter a marcha desejada. As Mountain Bikes tem 3 engrenagem na frente junto aos pedais as quais chamamos de corroa e até 9 engrenagens (logo serão dez) junto a roda traseira as quais chamamos de catraca ou pinhão e o conjunto delas de cassete, assim obtemos de 15 à 27 marchas. Mas para que tantas marchas? Poderíamos aqui discorrer sobre forças mecânicas e tudo o mais, porém isto será exaustivo para uma simples iniciação, então vamos ao básico: Ao girarmos os pedais devagar fazendo muita força estamos forçando ligamentos, músculos etc. e ao contrário se giramos demais há um desgaste maior de energia e das articulações, desta forma deduzimos que deve haver uma faixa adequada giros. Esta faixa para o Mountain Bike lazer fica entre 45 e 85 rpm(rotações por minuto), assim um cassete com vários pinhões pode proporcionar mudanças mais suaves. Indexação e indicação O sistema indexado é quando com um toque no manete de mudança se muda apenas uma marcha, assim não é preciso "achar" a marcha e nem acertar a corrente na engrenagem para esta não fazer barulho. Os câmbios mais atuais tem indicado junto ao manete de mudança a engrenagem selecionada, sendo as coroas numeradas da menor para a maior e os pinhões do maior para o menor, Coroa menor 1 Pinhão maior 1 seqüência A primeira marcha é a coroa menor com o pinhão maior o que daria o numero 1&1, ou seja coroa 1 na frente e pinhão 1 atrás e a ultima marcha 3&9, ou seja coroa 3 grande com pinhão 9 menor(com um cassete de 9 pinhões), estas são as duas marchas que podemos definir sem conhecimento da seqüência de marchas de uma Mountain Bike. Saiba mais sobre a seqüência das marchas no final desta página em: Sistema avançado de utilização das marchas. Mudanças A mudança de marchas deve obedecer uma regra: mudar de marcha girando os pedais sem colocar força, isto é o mesmo que pisar na embreagem do seu automóvel. Uma mudança de marcha silenciosa indica que ela foi feita da maneira correta, se fizer barulho, cuidado sua corrente pode quebrar. O momento mais critico é quando se precisa fazer uma redução em subida, para não forçar a corrente durante a mudança de uma acelerada com a marcha atual, para então aliviar a força feita nos pedais, sem deixar de gira-los, enquanto se reduz a marcha, a operação de aliviar a força e mudar de marcha, deve ser feita ao mesmo tempo, se por qualquer motivo você não possa executar esta ação é recomendável que você pare, desça da bike e faça a mudança parado girando os pedais com a mão. Utilização básica A maneira mais simples de se utilizar um cambio é a seguinte: Use a coroa pequena (nº 1) para subidas pesadas Use a coroa média ( nº 2) para planos e subidas leves Use a coroa grande ( nº 3) para planos rápidos e descidas. Atenção: para evitar um desgaste prematuro do conjunto (corrente e engrenagens) ou até uma quebra de corrente não use as seguintes marchas:
Sistema avançado de utilização das marchas Para se obter toda a performance do cambio é necessário o conhecimento prévio de todas as relações existente na sua Mountain Bike, isto pode ser obtido contando o numero de dentes de cada coroa e cada pinhão e depois fazer as operações aritméticas necessárias. Com estes dados em mãos forme a seqüência de marchas de sua bike., para facilitar as coisas fornecemos a tabela completa de relações em HTML e também em arquivo Excel, onde você pode simular as marchas da sua bike e obter o fator de multiplicação, rpm por km/h e km/h por rpm. Simulador. Depois de obter a seqüência de marchas da sua bike, você verá que há marchas bem próximas ou até mesmo iguais, para não se esquecer desta seqüência anote em um papel, plastifique e cole-o no guidom da bike. Isto é necessário? Tem utilidade? Vamos mostrar algumas situações: Lá vem subida! Você se prepara, respira fundo olhando para a subida e procura decidir qual marcha usar, mas você não conhece esta adversária, pois é a primeira vez que a vê e ela parece ser bem acentuada e não dá para saber o tamanho dela, bem aqui vai um lembrete: a mudança mais difícil em uma subida é a da frente (coroas). Então você começar a subir com a Buzolina (nome carinhoso para a coroa pequena) para não ter problemas no meio da subida. Inicialmente você usa a marcha 1&3 e logo sente que esta é leve demais e passa para a 1&4 e a coisa melhora. Quando você se deparar novamente com esta subida que marcha você vai usar já no começo? 1&4 você responde, e eu lhe digo a marcha 2&1 fica (na seqüência) entre estas duas com uma diferença de apenas 7%. Etâ retão gostoso! Você vem embalado de uma descida com 3&7(cassete com 7 pinhões) engatada a uns 38 km/h, mas suas pernas não conseguem manter a velocidade e o Cateye(ciclocomputador) começa a mostra números menores 37, 36, 35... click! Muda-se uma marcha para 3&6. Chiii! Os números no Cateye continuam a diminuir 33, 32, 30... click! Mais uma marcha (3&5), no visor do Cateye um numero se fixa 28,5, mas se você sente que se a marcha fosse pouca coisa mais leve seria melhor, então click, você engata a 3&4 e se arrepende, pois a marcha é muito leve e a velocidade cai para 26,8 km/h, então você volta para a marcha que estava e ela ficou mais pesada ainda, pois sua velocidade é menor agora, mas você faz força e consegue ir a 28 km/h. teria uma marcha intermediária? Sim a marcha 2&5 fica exatamente entre a 3&4 e a 3&5 (exemplo baseado em um cambio de 21 velocidades) Conclusão para quem gosta de detalhes e aproveitar o máximo sua potencialidade, independente de quanto seja esta, saber a seqüência das marchas pode ser útil sim! |
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